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No comando: Rock a Bop with DJ Cris Ribeiro

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No comando: Rock That Boogie with DJ Mr Cool Rock’n’Roll

Das 18:00 as 20:00

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No comando: Radiolabilly Show com DJ Giuliano Juks Jive

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No comando: Tom Ingram Show

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No comando: Rockandroll Is Here To Stay With DJ Costas Tzanidakis

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No comando: The Mike Zodiac Rock’n’Roll Show with DJ Mike Corrie

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No comando: Luke the Duke Presents the Roots Rockin Show

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No comando: Rhythm Express Radio Show With DJ Rambling Hoss

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No comando: Shotgun Boogie Show With DJ Mario Venton

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No comando: The Room with DJ Mouse Zinn

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No comando: The FullMoonShow Rockabilly with DJ Gerd

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No comando: Bombs Away R&R Show com DJ Wayne Radley

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No comando: FAST AND LOUD Radio Show With Konstantinos and Arthur

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No comando: Rockabilly N Blues Radio Hour com Jammin’James Riley

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No comando: Red Hot Rhythm’ & Blues With DJ Alex Valenzi

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No comando: Eat At Joe’s With DJ Joe Silver

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Radioabilly entrevista Cherry Poppin Daddies

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Radioabilly entrevista Cherry Poppin Daddies

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A Radioabilly depois de tanto tempo, conseguiu entrevistar um de nossos ídolos. Cherry Poppin Daddies.

Desde que formaram a banda cerca de 25 anos, a banda vem passando de gênero a gênero até chegar em sua marca registrada – o Swing.

De acordo com o líder da banda, o cantor e compositor Steve Perry , a quem pudemos entrevistar, o mantra da banda permaneceu o mesmo – “o obstáculo é o caminho”, ou seja, buscar avenidas inesperadas e difíceis que se desafiam como artistas e sensibilidades modernas, Mesmo tempo aderindo aos padrões e tradições erstwhile da canção popular americana.

Seu líder Steve Perry, de uma personalidade forte e marcante e ao mesmo tempo sensível. Já conheçou o Brasil, gosta da música brasileira e tem amigos em Araçatuba – SP.

Mais Surpresas?

Olha onde sua música já fez parte. Algumas Trilhas Sonoras:

  • “Jump In The Line (Shake, Shake Senora)” – em BASEketball (1998)
  • “Cool Yule” – em I’ll Be Home for Christmas (1998)
  • “Zoot Suit Riot” – em Torre de Babel
  • “Dr. Bones” – em Meet the Deedles (1998)
  • “So Long Toots” – em Blast From the Past (1999)
  • “Here Comes The Snake” – em Three to Tango (1999)
  • “Here Comes The Snake”, “Zoot Suit Riot” and “When I Change Your Mind” – em Simon Says (2006)

Ainda quer saber mais? Acompanhe a entrevista!

 

Entrevista

(Radioabilly) Antes da banda Cherry Poppin Daddies você tocava outro estilo musical, o Punk Rock and Psychedelia, como foi essa passagem de um estilo para outro?

(CBD – Steve Perry) Minha idéia era criar um novo tipo de música moderna que combinasse a energia eo tema do punk rock com a sofisticação e instrumentação da música swing. Esses estilos são muito diferentes, obviamente por isso foi um pouco de uma experiência.

 

 

(Radioabilly) A banda foi fundada por Steve Perry.  Fale-nos como surgiu a ideia de fazer uma banda de Neo Swing e como foi o encontro de seus integrantes?

(CBD – Steve Perry) Eu tinha um número de amigos que tocavam horns e eu perguntei-lhes se eles estariam interessados em tocar as músicas que eu estava escrevendo na veia swing. Nós não estávamos interessados em ser necessariamente uma banda de Neo Swing na época, porque não havia nada como isso em 1989. Queríamos escrever canções nos estilos swing, punk, soul e ska no começo com o primário, Mas não estilo exclusivo, sendo música swing.

(Radioabilly) Como vocês acham que está o mercado fonográfico em relação ao Swing?

(CBD – Steve Perry) Eu acho que há um mercado mundial para a música swing, neste momento. Em todos os lugares que vamos no mundo dançarinos de Swing e fãs … de Pequim para a Bulgária. Há um pouco de cruz sobre também das cenas rockabilly e psychobilly, bem como as cenas tiki e lounge.

 

(Radioabilly)  Como é escolhido o repertório de cada álbum?

(CBD – Steve Perry) É uma luta constante para mim, na verdade, porque eu escrevo música em todos os tipos de gêneros e eu aprendi que as pessoas que estão interessadas em música em marginalizados altamente especializados “estilo de vida” cenas como rockabilly e ska são extremamente protetora de sua escolha de estilo de vida e assim tendem a Ser menos aberto a um artista experimentando com ele ou se ramificando para fora. Eles podem ser rápidos em condenar. Ainda sinto que preciso me conduzir como um artista de gravação e não cair na armadilha de fazer nossa música apenas um outro produto do estilo de vida como o gel do cabelo ou os calçados frescos. Como artista, você deve estar documentando as emoções, pensamentos e experiências de estar vivo hoje.

 

(Radioabilly) Qual música que não pode faltar nos shows?

(CBD – Steve Perry) Eu diria que Dr. Bones, The Ding Dong Daddy of the D-Car Line e Zoot Suit Riot.

 

 

 

(Radioabilly) Conte-nos sobre o álbum especial de 20 anos de Cherry Poppin Daddies. Há algum novo projeto para este ano? Quais são os planos para o futuro?

(CBD – Steve Perry) Fomos capazes de ir e remix e remasterizar Zoot Suit Riot, a fim de melhorar os sons que fizemos no dia. Zoot Suit Riot foi gravado muito rapidamente e misturado com muito pouco dinheiro, por isso queríamos fazer uma versão de alta fidelidade completa com algumas faixas ao vivo de volta em 1998 para dar-lhe uma qualidade cápsula tempo de quando o movimento Neo-swing foi um mundo inteiro fenômeno.

Atualmente estou trabalhando em uma nova gravação de material original que é um pouco mais rocking em tom do que os últimos 2 registros. Há um pouco de uma sensação de psychobilly para várias das faixas, bem como algumas pistas skacore. Eu meio que penso nisso como o nosso “London Calling” ou “Sandinista”, onde há uma série de gêneros representados.

(Radioabilly) Você já foi convidado para tocar no Brasil?

(CBD – Steve Perry) Os Daddies nunca jogaram o Brasil, mas eu estive lá pessoalmente e é um dos meus lugares favoritos que eu já estive no mundo. As pessoas eram tão simpáticos e as tradições de música são fantásticos. Nos clubes todos dançam e a musicalidade é sempre de alto nível. Eu não percebi até que ouvi Samba e Bossanova em um clube no Rio como forte e poderoso soou ao vivo. Soou como grande como um caminhão mesmo que haja uma sensação clara a algumas das harmônicas do acorde do jazz. Muito impressionante e maravilhoso.

(Radioabilly) Quantas vezes os ensaios da banda acontecem?

(CBD – Steve Perry) Nós não ensaiamos muitas vezes como uma banda completa. Atualmente estamos em uma fase de escrita, então eu tenho a seção de ritmo para aprender as músicas antes de adicionar os horns.

(Radioabilly)  Sobre os grandes festivais ao redor do mundo. Qual foi o mais impressionante a uma banda, e qual festival vocês gostariam de participar?

(CBD – Steve Perry) Bem, muitas vezes os festivais são sobre a marca de estilo de vida e eu quero criar música que usa gêneros, mas é essencialmente sobre a poesia das letras. Então, eu não estou necessariamente promovendo um estilo de vida que um consumidor pode comprar. Eu não sou contra isso por qualquer meio. Eu vou ao Viva e Tiki Oasis, mas eu não deixo o estilo definir-me o seu apenas um salto ponto. Se eu estivesse interessado em promover uma subcultura, seria uma nova subcultura que era parte punk rock e swing parte, como Blade Runner swing, mas não informatizado quer. Eu sou um pouco de um luddite quando se trata de computadores. Algo que parecia novo e soou novo sob o sol. Eu acho que festivais tendem a ir com atos seguros que tocam a carne vermelha que faz todos se sentirem bem sobre suas escolhas de estilo de vida. Eu acho que eu gostaria que as cenas marginalizadas fossem menos preocupadas com a ortodoxia e tradição e mais interessadas em avançar para o futuro, para o novo.

 

(Radioabilly)  Em outras entrevistas, você sempre em vencer os obstáculos. Qual é a maior dificuldade que você experimentou no início da banda? Atualmente, você tem alguma dificuldade?

 

(CBD – Steve Perry) Acho que se você não tiver dificuldades você ficar obsoleto. Eu tento ficar fora da minha zona de conforto, desafiando a ortodoxia do que essas músicas marginalizadas podem ser sobre um mundo dominado pela marca corporativa e consumo de estilo de vida. Eu jogo pedras enormes em minha própria maneira de modo que eu necessite gastar muito esforço a fim começar sobre elas.

(Radioabilly) Qual foi o primeiro single de sucesso que você fez?

(CBD – Steve Perry) Provavelmente Zoot Suit Riot que vendeu platina duplo nos EUA.

(Radioabilly) No Brasil sua banda é muito conhecida. Você tem muitos fãs. Como vocês se sentem com todo esse carinho?

(CBD – Steve Perry) Não há nada que eu goste mais do que ser convidado a tocar no Brasil. Quando você tem uma grande banda como o nosso (8 peças) é caro para reservar passeios. Mas se um promotor poderia dar ao luxo de chegar lá nós iríamos em um segundo!

(Radioabilly)  Vocês já se apresentaram em festivais com vários artistas. Já fizeram Jam Session com alguns deles? E como foi?

(CBD – Steve Perry) Sim, nós tocamos festivais ocasionalmente. Eu gostava de tocar com o Reverend Horton Heat em seu Hayride, porque nos conhecemos há muitos anos e eu gosto de sua criatividade e senso de humor.

 

(Radioabilly) Em uma entrevista que você disse que ser influenciado pelo movimento tem sido uma bênção, mas que também uma pequena maldição. Por favor, explique esta declaração para nós.

(CBD – Steve Perry) Tenho observado que há uma tendência para descartar a música de qualquer banda que teve uma medida de sucesso comercial, apenas como uma questão de curso, de modo que é problemático. E como eu mencionei acima, penso que muitas bandas no movimento estão satisfeitas com estilo de vida e ortodoxia e assim eles ficam presos na tentativa de ser autêntico, em vez de ser vital e fazer algo influenciado pelo vintage, mas sem dúvida novo. “Vencedores” nesses movimentos tendem a tocar com segurança. Eu acho que é uma vergonha, tocando com segurança pode abri-lo até ser pensado como sendo satisfeito com o meramente superficial.

 

(Radioabilly) Quando você está no palco, como o público se relaciona com você? Como é essa interação?

(CBD – Steve Perry) Nossa música é muito enérgica por isso temos pessoas se movendo quase sempre. Queremos nos relacionar com as pessoas de uma forma física. Queremos ser capazes de ir para a África, China, Brasil e fazer as pessoas entenderem com seus corpos.

 

(Radioabilly) Você conhece alguma música brasileira?

(CBD – Steve Perry) Minha cantora favorita em todo o mundo é Elis Regina … então sim. Quando eu a ouço cantar “Romaria” as lágrimas fluem pelo meu rosto, todas as vezes.

(Radioabilly) Se você quis dizer algo que você não mencionou, por favor, deixe-nos saber. Deixe a mensagem para seus fãs brasileiros.

(CBD – Steve Perry) A música brasileira é sem dúvida a mais profunda, a melhor cultura musical que existe. Acho que o português brasileiro é adorável e eu adoraria estudá-lo. Um dia eu quero voltar e experimentar as calorosas pessoas de coração novamente. Tenho amigos em Araçatuba posso ficar com 😉

Maiores Informações:

Website: http://www.daddies.com

Facebook: https://www.facebook.com/CherryPoppinDaddies/


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DJ Giuliano Juks Jive, está no movimento desde 1992, começou sua carreira de DJ em festas pequenas pelo interior de São Paulo. Sócio proprietário da web rádio Radioabilly, tocou no Viva Las Vegas Rockabilly Weekender em 2015, 2016, 2017 e 2018. Especializado em músicas das décadas de 40 a 60, sua discotecagem tem um estilo diversificado,  como Rockabilly, Neo Rockabilly, Jive, Rhythm and Blues, Neo Swing, Jump Blues e Boogie Woogie.

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