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No comando: Radiolabilly Show com DJ Giuliano Juks Jive

Das 21:00 as 22:00

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No comando: Swing, Sister, Swing com a DJ Helena Martins

Das 21:00 as 22:00

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No comando: The FullMoonShow Rockabilly com DJ Gerd

Das 15:00 as 17:00

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No comando: Rhythm Express Radio Show com DJ Rambling Hoss

Das 16:00 as 17:00

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No comando: Bombs Away R&R Show com DJ Wayne Radley

Das 17:00 as 18:00

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No comando: Tom Ingram Show

Das 18:30 as 20:30

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No comando: The FullMoonShow Rockabilly com DJ Gerd

Das 19:00 as 20:00

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No comando: Rockabilly N Blues Radio Hour com Jammin’James Riley

Das 20:00 as 21:00

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No comando: Rock a Bop with DJ Cris Ribeiro

Das 21:00 as 22:15

Dasta Gomes & The Smokin’ Snakes lança seu primeiro álbum: veja a entrevista com o Dasta Gomes

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(Foto: Pat Serafim)

Dasta Gomes & The Smokin’ Snakes lança seu primeiro álbum: veja a entrevista com o Dasta Gomes

(Foto: Pat Serafim)

(Foto: Pat Serafim)

Entrevistamos Dasta Gomes vocal/violão da banda Dasta Gomes & The Smokin’ Snakes, dono de uma das vozes mais expressivas do Rockabilly Brasileiro, um aficionado deste estilo musical, começou essa paixão, quando ganhou de seu pai um álbum do Elvis aos 6 anos, fez de sua adolescência uma busca por amigos que tocassem alguns instrumentos para montar sua banda. A dificuldade foi encontrar quem tivesse o mesmo gosto musical.

Com a banda The Bop Hound fez um álbum com 7 faixas, sendo 5 de sua autoria, através deste, foi convidado a tocar no Viva Las Vegas #18 (2015), que achava que nunca chegaria a conhecer um dia.

Hoje, com parceria com Ramis Al Bud (compositor e guitarrista), começou a compor para sua nova banda, Dasta Gomes & The Smokin’ Snakes. Nome este que tem uma bela história, uma homenagem a Força Expedicionária Brasileira.

Em Setembro de 2017 eles irão começar as gravações de seu álbum pela Wild Records. Que terá 90% de músicas autorais e 10% de músicas escolhidas a dedo para o repertório.

Querem conhecer mais sobre a banda, confira essa sensacional entrevista!!

 

 (Radioabilly) Como surgiu a banda  Dasta & The Smokin’ Snakes ? Conte nos mais sobre isso.

(Dasta & The Smokin’ Snakes) Eu já vinha a algum tempo compondo com o Ramis Al Bud e cada vez mais evoluindo nessa afinidade musical, ao passo que situações pessoais me afastaram do Bop Hounds. Como a música, especialmente  Rockabilly é algo essencial, eu precisava continuar meu trabalho que agora tomava outro viés dentro da veia Wild. Foi também depois de decidir que iria continuar sem uma formação fixa que pensei “agora a cobra vai fumar, tocar com uma banda diferente onde for” aí me veio o insight da cobrinha fumando e do termo Smokin’ Snakes.

 

(Radioabilly) Nos apresente os integrantes da banda. Todos são músicos em tempo integral ou tem outra função?

(Dasta & The Smokin’ Snakes) O Guitarrista principal é o Ramis Abud aka Al Bud, de São Paulo. Estamos sempre interagindo principalmente sobre música pela internet e acabamos começando a compor juntos. A Renata Soares, aka Lil’ Feather, no Baixo Acústico já tocou André, ex vocalista do Los Costeletas Flamejantes e comprou um “Rabecão” há alguns anos, daí lembrei logo dela que tocava baixo na banda Big Daddy, que já tocou no Rockabilly no Posto. O guitarrista local foi o membro que deu mais trabalho de encontrar pois pra substituir a altura o Al Bud os cabras ficaram logo intimidados e alguns saíram, outro, Breno, viajou mas antes gravou um videozinho que postei no instagram. Quem viu e veio falar comigo perguntando do batera foi Felipe Viana, aka Phill Fields. Aí ele disse que se soubesse tocar arriscaria. Como eu sei que nesse som AMAR O SOM é algo mais importante do que em determinado momento dominar totalmente a técnica eu disse pra ele aprender e peguei até umas dicas com Fábio MCcoy mandando vídeos. De dezembro 2016 pra cá ele vem botando a cobra pra fumar na bateria. Voltando pro guitarra, lembrei que um amigo meu de infância, que estudou na mesma escola que eu teve uma banda de Surf Music aqui na cidade(NATAL-RN) chamada João & Os Bomjovens,  resolvi chamar o cabra pra tocar, que tava voltando a tocar depois de ter voltado da África, casado e tido um filhinho, topou na hora. É Bruno Oliveira, aka Ollie B.

(Radioabilly) Como surgiu a idéia do nome da banda? Tem alguma história por trás?

(Dasta & The Smokin’ Snakes) Além do insight que já mencionei, acabou virando uma homenagem a FEB, uma tropa brasileira que, só entrou na guerra nas ultimas, já no fim, quando diziam que era mais fácil a cobra fumar que o Brasil entrar na guerra…E A COBRA FUMOU…a FEB foi lá e combateu NAZISTAS e FACISTAS, o que também é bem simbólico e decisivo na escolha do nome, e voltou ao Brasil sendo praticamente esquecida pela história. Foram verdadeiros heróis e os acho dignos de homenagem, sem falar que identifica muito como algo peculiar do Brasil, bem brasileiro mesmo, apesar de escrito em inglês.

 

(Radioabilly) A banda já gravou algum álbum? As composições são próprias?

(Dasta & The Smokin’ Snakes) Apenas uma música foi gravada nessa nova fase, para a coletânea do site Universo Retrô. É uma música composta pelo Al Bud chamada YOU HURT ME SO, que eu já tinha registrado em áudio/vídeo com o THE BOP HOUNDS  e que estará no CD de estréia que será 90% autoral e umas versões surpresa escolhidas a dedo…a sessão de gravação já está marcada para 14 de setembro em Caruaru, sob a batuta de Joanatan Richard. Depois o material segue para L.A. para Mix e Master de Omar Romero e Reb Kennedy.

(Radioabilly) Quais os planos para a banda Dasta & The Smokin’ Snakes?

(Dasta & The Smokin’ Snakes) Gravar esse disco, lançar ele pela Wild Records e ver onde esse material pode me levar.

(Radioabilly) Dasta com a banda  The Bop Hounds você chegou a tocar no VLV. Como foi essa experiência?

(Dasta & The Smokin’ Snakes) Las Vegas é muito f*da né?! Hahahaha…eu não pensava nem que um dia iria assistir aquele festival, cara, imagina tocar lá! Foi um sonho! E vicia! Quero mais!!!

(Radioabilly) Defina a palavra “SUCESSO” na cena vintage brasileira.

(Dasta & The Smokin’ Snakes) Fazer o que gosta com amor e cuidado, vai sair algo de qualidade. Sendo reconhecido a qualidade isso inevitavelmente gerará resultados dentro e fora do país. Quem faz sucesso nessa cena não passam de aficionados pelo que fazem, fazem por gosto puro, por amor, por diversão e não sabem viver sem fazer. O reconhecimento, o sucesso, é consequência da inspiração gerada em outras pessoas que observam esse vigor em quem o pratica a ponto de se contagiarem e irem lá curtir ou fazer também. Ao menos musicalmente, sucesso é curtirem sua música. Isso não tem preço.

(Radioabilly) A cena vintage no Brasil ainda é muito pequena em relação a outros países. Qual a sua opinião em relação ao que está bom e onde pode melhorar?

(Dasta & The Smokin’ Snakes) Joga tudo num grupão de Whatsapp e deixa as picuinhas do passado serem perdoadas e rolar uma união! Hahahahahahah…falando sério, a cena podia ser do tamanho do país, se a união tb fosse. Porém, ainda estamos engatinhando. Talvez quando a qualidade das bandas somado a quantidade delas conseguir se sobrepor as diferenças do público em si e os unir mais que os separar, como o de Metal, por exemplo, a coisa evolua. Não sei, por mim se existirem Festivais parecidos com os de fora aqui, movimentando a cena todo mês ou ao menos bimestralmente, já seria perfeito. Festivais como o BIG RIVER FESTIVAL do Billy Joe Rocker no RS e o extinto ROCKERAMA, até o PSYCHO CARNIVAL que também dá espaço pra Rockabilly, bem como o que fazíamos no ROCKABILLY NO POSTO aqui e tantos outros FESTIVAIS Brasil a fora, que são de cenas que abrangem e absorvem rockabilly music como o meio KUSTOM KULTURE por exemplo, as bandas(pra mim o principal pq essa cultura emana da música) irão se manter ativas e os eventos continuarão proporcionando diversão a quem tanto ama isso. Não podemos esquecer de inscrever nossas bandas de Rockabilly em situações fora do circuito. Muita gente tem idéia errada da gente, temos que desmitificar isso e trazer mais gente que as vezes curte e não se aproxima, com isso mais gente tocando, mais shows rolando, mais eventos, bandas boas vão surgindo e a coisa vai crescendo. Com o The Bop Hounds toquei duas vezes no Festival Dosol aqui em Natal que é um festival indie mundial hoje em dia, toquei no MADA que também é um festival bem diverso e nacional daqui de Natal, atualmente toquei em dois festivais de Jazz em Pernambuco, o Gravatá Jazz(Gravatá) e o RioMar Jazz Festival(Recife), então, se “o Rockabilly” se acabrunhar num canto e ficar fazendo birra, não vai sair do canto. Mas se buscar, meter as caras e conquistar seus espaços, a tendência é evoluir.

(Radioabilly) O seu amor pelo Rock’n Roll teve alguma influência?

(Dasta & The Smokin’ Snakes) Desde que ganhei do meu pai meu primeiro álbum de Elvis Presley aos quase 06 anos, tudo mudou em relação a música. Comecei a tentar cantar desde então, na adolescência com mais frequência e querendo montar banda, mas nunca achava quem topasse tocar ROCKABILLY…rabecão com slaps nas horas certas…guitarra dedilhadinha no Travis Picking, esperta nos riffs e agressiva quando tem que ser, no timbre certo e bateria sem muita pratada, só na malícia…violão pra marcar e voz redonda, sabe? Tentei muita coisa mas com essa idéia fixa desde que ouvi aquele disco da fase dos anos 50 de Elvis lá de dentro do tão conhecido no Brasil, “Album Vermelho” do Elvis…então, agradeço muito a meu pai por não ter me dado um brinquedo naquele início de outubro de 89. Em vez disso ele levou aquele disco que me fez iniciar a descoberta do  mundo dos anos 50 que tem tantas vertentes, tantas nuances, tantas influências e que é algo que nunca enjôa. Cada dia é uma descoberta antiga nova. Hahaha. Isso fascina e sim, com certeza é amor.

(Radioabilly) Se há algo que queira falar que não foi perguntado, por favor deixe nos saber. E deixe uma mensagem para o público.

(Dasta & The Smokin’ Snakes) Quem quiser acompanhar minha carreira musical basta CURTIR e ficar ligado nas informações e atualizações da minha fanpage no facebook (www.facebook.com/dastagomes) e do perfil do instagram (www.instagram.com/dastagomes)! Fiquem ligados, A COBRA VAI FUMAR!!!

Contato para Shows

Telefone: +55 (84) 9 9454-6535
E-mail: dastaev@gmail.com


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Patricia Bueno Queiróz,  formada em engenharia de produção. É sócia-proprietária da web rádio Radioabilly, amante da boa música, juntou essa paixão com o universo dos anos 40 aos 60, fazendo uma ponte entre músicos, DJs e o mundo. Além de mãe e esposa, gosta de desafios e transforma o impossível em possibilidades.

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